A história conta a trajetória de Zero, um amargurado cientista que cria uma máquina do tempo e se transporta até o pior dia da sua vida, buscando alterar seu passado e ficar com a mulher que ama, Helena (Alinne Morais), Zero no futuro vê a vida de cafajeste que levou, assim terá que colocar tudo nos seus devidos lugares.
Mas claro, tem alguns errinhos o filme, as vezes a narrativa é bem desgastante e as idas e voltas no tempo apesar de definidas soam de vez em quando cansativas, como se aquele lugar já "cansou" de ser visitado (sim, to falando da festa do colégio mesmo), no resto das atuações temos uma Alinne Morais linda demais e correta no papel, o destaque ruim fico por conta do Ricardo (Gabriel Braga Nunes), ele não tem imagem de jovem e sua atuação é meio automática.
Cláudio Torres nos mostra seu talento, o roteiro tem boas doses de comédia, toques de ficção cientifica e sentimos pena de Zero, ou seja, sentimos o drama do personagem, até os efeitos especiais são convincentes (para uma produção nacional, todos que eu lembre eram péssimos).
O filme diverte, nos envolve, tem uma atuação espetacular e uma direção certeira, enfim uma produção nacional digna de aplausos, quem dera se todos os filmes do nosso Brasil fossem com essa qualidade...
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